Querência minha querência Oh! Doce terra do sal Nossa terra é salineira Temperada de alegria Num encontro terra e mar Era lá que eu bem vivia Cenário espetacular! Lindo sol! Belo luar O meu olhar refletia. Meus pais, amadas estirpes Não mais os posso encontrar No “Campo Santo” local Eles dormem a repousar E na capela da entrada Plantou-se a sua morada Seu eterno descansar. Em vida, pura união! Desse amor foi que nasci Lá na minha Areia Branca Doce terra onde aprendi Uma história interessante De um Jardim contagiante: A cidade onde vivi. Do meu tempo de criança Eu relembro com saudade Tudo parecia sonho Na minha bela cidade E no balanço do mar Com ondas a me embalar Oh!... Quanta felicidade! Falando de sentimentos Eu relembro, com alegria, Minha família e os amigos Que o destino, com ironia, Pôs num passado distante, Na trajetória incessante. Meu relembrar, fantasia. Areia Branca, terrinha De pureza triunfal Suas praias são brilhantes De beleza natural Cada onda, é nova história Conquista cheia de glória! Essa terra é divinal. Uma grande Ilha abraçada Pelas águas minerais “Maritacaca” era o nome Da terra doce dos sais Em meio à tal teoria Lá também reina a poesia De visões celestiais.
Sempre a postos estarei Pra cantar tua beleza E tua simplicidade, Mesmo com toda riqueza: Histórias fertilizantes Pessoas exuberantes Em tua alma tens grandeza
Produzes um ouro branco Que mais parece cristal Para o tempero de todos É bastante essencial Tens também um ouro preto Além do branco *cloreto. Nossa terra é genial Preciso falar o que? Da minha ilha encantada Onde jorra tanto ouro, E da gente abençoada? Pois quem nasce nesse ilhéu Já vem mandado do céu Sendo por Deus enviada Terra de homens ilustres Todos com suas histórias Do ministro ao pescador Contam suas trajetórias, Esses seres grandiosos São também mui preciosos Em meio a tantas memórias.
Areia Branca das praias Dos morros brancos de sal Da vegetação de mangues De água pura e mineral Um Porto Ilha pro mundo Esse chão é bem fecundo Isto o torna especial. Areia, minha flor Branca! De poetas, bons artistas Do farol de Upanema No centro de belas vistas De beleza natural Grandioso carnaval E pessoas altruístas. E porque não se falar Das tuas ruas tão retas Uma maquete ilustrada Que seduz os teus poetas Por pressentirem a essência Saleiro doce e decência De belezas tão repletas. O teu nome é poesia Homenagem, fortaleza,... Todo Ser que a ti visita Respira tua beleza. Areia Branca querida Minha querência garrida Me orgulha a tua grandeza. N”a festa dos Navegantes” Focalizo a procissão É barco pra todo gosto Gente em toda direção A Santinha ali presente Mostra-nos que sua gente Sente muita devoção. Eis-me agora a relembrar Pois guardei em minha mente As procissões com papai Pra mim ele era luzente Por ser um bom marinheiro Trabalhava o ano inteiro Para sempre estar presente. Uma lágrima me aborda Com saudade e com emoção Pois me lembro do carinho, De meu pai, com proteção Nos pondo em segurança E com toda confiança Seguíamos em procissão. São momentos memoráveis Que nos fazem recordar Ao lembrar a procissão Volto a me emocionar Pois talvez não possa mais Reviver momentos tais Nem deles participar. Lá tem “A festa de agosto” Por todos tão badalada Noite de grande elegância E também muito encantada É mais uma alternativa Sendo outra festa atrativa. Mais uma bem esperada. Existe mais uma festa, O esperado carnaval Com blocos mirabolantes Folia sensacional Aqui vão meus cumprimentos “À soma dá + de 300” É um evento colossal! “Aceitai esta coroa” “Virgem santa mãe querida” Ela é a grande padroeira Dessa terra colorida Senhora da Conceição Virgem do meu coração. Outra festa preferida. Festas, festinhas, festanças Acontecem em Upanema A praia que centraliza E nos serve como emblema Para comemorações Onde se vive emoções Qual uma tela de cinema. Se algo mais me esqueci, Por aqui não registrei, Talvez porque desconheça, Algum fato eu não lembrei Jovem, tive que muda Em Angicos fui morar E lá também me encantei. Buscando mais atração Em minha amada cidade Encontrei lá várias balsas, Uma boa quantidade Pra turistas e operários São bons transportes diários Trazendo comodidade. Tenho lá, minhas raízes Muita história pra contar. Dessas praias “num sertão”, Descubro-me a recordar. Vem à mente essas lembranças E também as esperanças De algum dia lá voltar. Aqui falarei de amigos Que também por lá deixei Margô, *Nilda, Dedezinha E outros mais que encontrei Ramon, com carinho, citado. Por esse ser encantado Fraternal, me apaixonei. Por isso e por muito mais Meu lugar é especial Tempera todo Brasil Com doce gosto de sal. Porto Ilha tão fecundo Uma ponte para o mundo! Lugar internacional.
Busco a praia de Upanema. Recontando em poesia Vejo e sinto suas ondas Tremulando com alegria. Dos meus castelos lembrando, Com pedrinhas, cravejando, Em criança os construía. Da lancha de Zé Cirilo Eu relembro a travessia De Areia Branca à Grossos Aonde eu ia com alegria Às vezes pra passear Outras pra “dramatizar” Era sempre uma euforia. Voltando a esse passado Dos carnavais relembrei “Quem não é não se mistura” Bloco que participei, Na década de setenta Época à qual sou atenta, Bons carnavais eu brinquei. Dos blocos carnavalescos Volto a mais antigamente “Não queira saber”, um nome Que guardo na minha mente E “Balança Gabriela...” A colorida aquarela. Era bem surpreendente! Em bela escola estudei Lugar espetacular Meu querido Educandário Onde fui compartilhar Os prazeres de criança. Eu repleta de esperança. Hoje canto a recordar. Socorro nos ensinava Com muita sabedoria E logo nós aprendíamos Sempre cheios de euforia Na leitura caminhando Dela nos deliciando Caminhando com alegria Encerrando esse reconto Com grande contentamento Mando abraços para todos Com saudades! E lamento Despedir-me dessa história Que me lavando a memória Traz-me um saudoso momento. Esta é minha Areia Branca Que é parte de minha história A outra parte é Angicos. Tesouro, terra de glória. Se eu pudesse ambas juntar Traria as pedras pro mar Revivendo a trajetória.
Prêmio Poesia Livre 2013 Concurso Nacional Novos Poetas Inscrições Gratuitas De 01 de dezembro de 2012 a 05 de janeiro de 2013 www.poesialivre.com.br
Apoio Cultural: Revista Universidade Realização: Vivara Editora Nacional EDITAL REGULAMENTO Do tema Art. 1º – A VIVARA EDITORA por meio deste edital abre inscrições para o Concurso Nacional, Novos Poetas, Prêmio Poesia Livre 2013. Parágrafo único – O tema é livre. Das inscrições Art. 2º – Podem participar do Concurso todos os brasileiros, público em geral, de qualquer região do país. § 1º – Vetada a participação de membros da diretoria da VIVARA EDITORA. § 2º – Vetada a participação de membros da COMISSÃO JULGADORA. § 3º – Podem participar brasileiros natos, ou naturalizados brasileiros, maiores de 16 anos, com texto em língua portuguesa. Art. 3º – As inscrições podem ser feitas pelo site, www.poesialivre.com.br no período de, 01 de dezembro de 2012 a 05 de janeiro de 2013. Art. 4º – Cada participante pode se inscrever com até 02 (dois) poemas. Os poemas devem ser inéditos, ou seja, poesias que ainda não foram publicadas em livro. § 1º – Os poemas devem ser enviados via internet e devidamente identificados com nome, endereço residencial completo, CPF, telefone, e-mail e título(s) do(s) poema(s), obedecendo aos seguintes critérios: a) Os poemas devem ser digitados em editor de texto eletrônico (Word, Open Office, Star Office etc.); b) Fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12; c) Cada poema não deve exceder o limite de 02 (duas) laudas no tamanho A4; § 2º – As inscrições são gratuitas.
§ 3º – Ao se inscreverem, todos os candidatos aceitarão automaticamente todas as cláusulas e condições estabelecidas no presente regulamento. Da premiação Art. 5º Entrega das medalhas e publicação em livro dos poemas classificados. § 1º – Os participantes não poderão acumular as premiações, ou seja, só poderá ser premiado apenas um poema de cada participante. § 2º – Serão 250 (duzentos e cinqüenta) poemas classificados. § 3º – Publicação de livro com as poesias classificadas, com edição de 5.000 (cinco mil) exemplares. § 4º – Medalhas Prêmio Poesia Livre 2013, para os 3 primeiros classificados. § 5º – Medalha de Ouro, (em ouro 18k), Gravada, Prêmio Poesia Livre 2013, para o 1º colocado. § 6º – Medalha de Prata, Gravada, Prêmio Poesia Livre 2013, para o 2º colocado. § 7º – Medalha de Bronze, Gravada, Prêmio Poesia Livre 2013, para o 3º colocado. § 8º – Inserção de destaque no livro para os 10 primeiros classificados. Da comissão julgadora Art. 6º – A Comissão Julgadora, será escolhida pela Comissão de Organização do Concurso e será composta por 03 (três) membros com amplo conhecimento e experiência em Literatura. Parágrafo único – A Comissão Julgadora terá autonomia no julgamento, que será regido pelos princípios da originalidade e linguagem poética. Do resultado Art. 7º – O resultado do Concurso será divulgado no dia 20 de janeiro de 2013 pelo site: www.poesialivre.com.br Do Pagamento das parcelas e Remessa dos livros Art. 8º - Cada autor classificado arcará com a compra de 10 exemplares do livro “Concurso Nacional, Novos Poetas, Prêmio Poesia Livre 2013”, pelo custo de duas parcelas, de R$ 165,00 (cento e sessenta e cinco reais). Art. 9º - As duas parcelas deverão ser pagas via boleto bancário nos dias 05 de fevereiro e 05 de março de 2013. Art. 10º - Em caso de inadimplência, a poesia classificada poderá não ser publicada. Art. 11º - Os livros e medalhas serão entregues no endereço informado na inscrição, até o dia 31 de março de 2013. Das disposições finais Art. 12º – Os casos omissos serão decididos, em comum acordo, pela Comissão Julgadora e pela Comissão de Organização do Concurso. Art. 13º – A Editora VIVARA detém todos os direitos de Publicação e Distribuição da obra. Art. 14º – Do julgamento apresentado pela Comissão Julgadora, quanto à qualidade dos poemas selecionados, não caberá qualquer recurso, ficando esta medida adstrita às condições extrínsecas do concurso, dispostas nas cláusulas deste Regulamento, que será julgado pela Comissão de Organização do Concurso.