segunda-feira, 29 de julho de 2013

Tchulinha completa 4 aninhos hoje - Parabéns e obrigada pela fidelidade Tchulinha!



Companheira fiel

De mansinho 
ela chegou
Trazendo carinho  e emoção,
A todos conquistou
e já mora em nosso coração.
Amada e bem pequenina 
Tchulinha é um ser fie, 
uma grande amiguinha,
meu pequeno mimo dos céu.
Os que amam os animais 
compartilham meus sentimentos.
Thulinha é muito querida
Companheira de todos os momentos.

Flauzineide

Convite - Vamos prestigiar minha terrina? Linda!



Convite


domingo, 28 de julho de 2013

Era num rádio igual a este que há mais de 50 anos atrás a gente ouvia Elizeu Ventania cantando "Serenata na montanha". A gente adorava! E cantava também.


Francimar, minha irmã, canta até hoje, aqui cantando a referida canção no II Sarau da AFLAM - Mossoró e foi muito aplaudida.

Serenata na montanha
Elizeu Ventania

Eu sonhei quando dormi,
No mesmo sonho eu ouvi
Uma voz dizendo vá
Enfrentar a verde mata
Fazer uma serenata
Na montanha do Pará.
Eu entrei de mato adentro
Quando cheguei lá no centro
Afinei meu violão
Como estava em terra estranha
Pedi licença a montanha
E cantei uma canção.
Quando eu estava cantando
Vi um índio vir chegando
E começou a me falar:
Atenda o morubixaba
Me acompanhe até a taba
Que pajé mandou chamar.
Eu parei meu instrumento
E ali naquele momento
De viver perdi a fé
Com o violão de lado
Nesta hora fui levado
A presença do pajé.
O pajé falou comigo
Foi dizendo meu amigo,
Cante ai uma canção
Eu cantei ele alegrou-se
Uma índia apaixonou-se
Me ofertou seu coração.
Eu mirei sua beleza
Foi esta maior surpresa
Que no mundo pude ter
Por que nunca vi tão bela,
Uma índia igual aquela
Nunca mais eu hei de ver.
Ali naquele momento
A pedi em casamento
E o pajé não fez questão
Eu casei-me lá na mata
Houve uma serenata
De viola e de canção.
Quando a festa terminou-se
Todo mundo retirou-se
E eu dali sai também
Com a índia pela flora
Porém nesta mesma hora
Acordei não vi ninguém.


A AFLAM convida para a comemoração de seus seis anos de existencia, abaixo estão o convite e FICHA DE INSCRIÇÃO



A ficha para inscrição do I Encontro Estadual de Academias e Entidades Afins







ACADEMIA FEMININA DE LETRAS E ARTES MOSSOROENSE- AFLAM
Sede provisória: Biblioteca Ney Pontes Duarte – Sala 01- 1º Pavimento
Praça da Redenção – Dorian Jorge Freire nº 17 , Centro. Cep.:59.600.780


I ENCONTRO ESTADUAL DAS ACADEMIAS E ENTIDADES AFINS

TEMA:  ACADEMIA E SOCIEDADE

DIAS: Dia 15 de agosto de 2013 (quinta-feira) – 19h
          Dia 16 de agosto de 2013 (sexta-feira) - 08h às 11h e 14h às 17h
LOCAL: Hotel Thermas
Taxa de Inscrição: R$ 20,00 (vinte reais)

FICHA DE INSCRIÇÃO: Nº ______

Nome:_______________________________________________________________________
Endereço: ___________________________________________________________________
Cidade:______________________________________________ Estado: _________________ Profissão:____________________________________________________________________
Telefone:_________________ E-mail:_____________________________________________
Você é membro de Academia? (   ) Sim (   ) Não / Entidade Cultural?  (   ) Sim  (   ) Não
Qual? ______________________________________________________________________

Mossoró – RN, _____/_____________/_____
_____________________________________
Assinatura do responsável pela inscrição
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Comprovante de Inscrição     

I ENCONTRO ESTADUAL DAS ACADEMIAS E ENTIDADES AFINS

TEMA:  ACADEMIA E SOCIEDADE

DIAS: Dia 15 de agosto de 2013 (quinta-feira) – 19h
          Dia 16 de agosto de 2013 (sexta-feira) -  08h às 11h e 14h às 17h
LOCAL: Hotel Thermas              
FICHA DE INSCRIÇÃO: Nº ______
Nome:_______________________________________________________________________
Endereço: ___________________________________________________________________
Cidade:_________________ Estado: _________________ Profissão:____________________
Telefone:_________________ E-mail:_____________________________________________
Você é membro de Academia? (   ) Sim (   ) Não / Entidade Cultural?  (   ) Sim  (   ) Não
Qual? ______________________________________________________________________
Mossoró – RN, _____/_____________/_____
_____________________________________
Assinatura do responsável pela inscrição





Eclesiastes 3, versos 1 ao 22. Vamos orar?

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.

Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;

Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;

Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;

Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;

Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;

Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;

Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.

Que proveito tem o trabalhador naquilo em que trabalha?

Tenho visto o trabalho que Deus deu aos filhos dos homens, para com ele os exercitar.

Tudo fez formoso em seu tempo; também pôs o mundo no coração do homem, sem que este possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até ao fim.

Já tenho entendido que não há coisa melhor para eles do que alegrar-se e fazer bem na sua vida;

E também que todo o homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho; isto é um dom de Deus.

Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar; e isto faz Deus para que haja temor diante dele.

O que é, já foi; e o que há de ser, também já foi; e Deus pede conta do que passou.

Vi mais debaixo do sol que no lugar do juízo havia impiedade, e no lugar da justiça havia iniqüidade.

Eu disse no meu coração: Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo o propósito e para toda a obra.

Disse eu no meu coração, quanto a condição dos filhos dos homens, que Deus os provaria, para que assim pudessem ver que são em si mesmos como os animais.

Porque o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos animais, e lhes sucede a mesma coisa; como morre um, assim morre o outro; e todos têm o mesmo fôlego, e a vantagem dos homens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade.

Todos vão para um lugar; todos foram feitos do pó, e todos voltarão ao pó.

Quem sabe que o fôlego do homem vai para cima, e que o fôlego dos animais vai para baixo da terra?

Assim que tenho visto que não há coisa melhor do que alegrar-se o homem nas suas obras, porque essa é a sua porção; pois quem o fará voltar para ver o que será depois dele?