quinta-feira, 31 de julho de 2014

Registro de presenças de escritoras nas Escolas - Fotos do acervo do projeto Difusão da Literatura Feminina Potiguar


Escritora Jania Souza, autografando na Escola Estadual Maria Luiza, Bairro Felipe Camarão - Natal/RN
 
Poetisa Avanir, desfilando com alunos da Escola Estadual Izabel Gondim-







Eu, Flauzineide, na Escola Estadual Izabel Gondim - Rocas - Natal/RN

Quando as escritoras encontram-se é só poesia...

(Foto do acervo do projeto DLFP)

Escritora Ceição Maciel, Poetisa Flauzineide e a escritora Socorro Cavalcante
Salão de entrada da
Biblioteca Municipal em Mossoró/RN
(Foto do acervo do projeto DLFP)

 
Praça da Cultura - Rocas - Natal/RN
(Foto do acervo do projeto DLFP)

Tahisi Rodrigues é poetisa potiguar




Tahisi Rodrigues Fernandes, nascida em Natal Rio Grande do Norte, cursou Pedagogia e atualmente estuda Artes Visuais em UFRN, atuou em projetos pedagógicos como o “Mais Educação” e lecionou em escolas publicas de Natal, começou a escrever em 2008, influenciada por seus alunos, hoje tem um blogue em uma rede social, onde publica crônicas, poema, poesia e prosa.


Uma prosa poética, sincera,
intimista...
Assim é minha vida!

De onde vem tanto mistério?
desvenda-los é instigante,
mas só se for devagarinho...

Sinto o anseio e o medo
da conquista, que ao mesmo
tempo é atrevida...
Encontrar um desconhecido
tocante, que vibra a cada verso,
assim espero! ...

- Tahisi Rodrigues

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Flauzineide de Moura Machado, poetisa potiguar natural de Areia Branca e adotiva de Angicos





Maria das Graças Pereira Cruz, poetisa potiguar de Florânia




As tardes no Sítio Catolé

Às sombras das algarobeiras o sol poente
Desdobra-se pelos campos, acinzentando-os
As aves aos bandos, vão voando,
Para se aninharem nas árvores calentes

O gado se aproxima, lentamente,
Aos currais, aos cercados, vão chegando,
A ovelhada com seus berros dolentes,
Sorrateiras, os apriscos não buscados,

O crepúsculos na tarde se escondendo,
E tudo agora é silente, é natureza
A noite aos poucos vai nascendo
Trazendo a magia da Mãe natureza

Chega seis horas:
Um véu sublime no ar se irradia,
Hora de prece, de paz e de harmonia,
Hora sublime da Ave Maria.

Maria das Graças Pereira Cruz
Poeta de Florânia/RN

terça-feira, 29 de julho de 2014